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Terça, 20 de abril de 2021
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Cotidiano

Sinalização confusa atrapalha moradores de Feu Rosa

O problema relatado pelo morador do bairro é vivido no seu dia a dia

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O bairro Feu Rosa, um dos mais populosos da Serra, tem um fluxo muito intenso de carros, ônibus, ciclistas e pedestres constantemente, especialmente nos locais de acesso a ele.

Em um desses locais, pela Avenida Talma Rodrigues Ribeiro, foram realizadas obras para construção de uma ciclovia, concluídas ainda no ano passado. De lá para cá, esta entrada tornou-se motivo de preocupação para quem passa pelo local.

Para se ter uma ideia, há trânsito de carros que entram no bairro, de veículos que acessam o condomínio, ciclistas, passageiros que acessam o ponto de ônibus, pedestres, e ainda, o fluxo de quem circula pela avenida seguindo entre os bairros Jacaraípe e Laranjeiras.

De acordo com Gleidson Silva, 39 anos, morador de Feu Rosa há 38, a construção da ciclovia foi um importante passo para a melhoria do bairro. Porém, a sinalização está ineficiente e confusa, colocando em risco a vida, especialmente de pedestres e ciclistas.

“Depois que construíram essa ciclovia, a obra ficou muito bonita, mas depois disso o trânsito ficou pior do que era. Porque antes a gente só olhava para a esquerda e direita e atravessava, mas agora, tem a mão, contramão, os carros que entram e saem de Feu Rosa, tem os carros que saem do posto de gasolina, os carros que entram e saem do Boulevard Lagoa (condomínio) e agora também tem o recuo do ponto de ônibus”, relata o morador.

Além desse transtorno do fluxo, Gleidson alerta ainda para a inadequação da sinalização existente, que parece ter sido reaproveitada do que era antes de ter a ciclovia construída. Exemplo disso é um redutor de velocidade (quebra-molas) que já existia e com a construção do trevo de acesso, ficou após a faixa de pedestres.

Ou seja, os carros reduzem, formando uma fila que chega a cobrir o local que é destinado a passagem de pedestres. Outro fator que chama a atenção é que esta mesma faixa não tem rampa de acesso e na saída da mesma para a ciclovia, não há continuidade da faixa. Portanto, o ciclista não tem esse ponto como sendo de passagem de pedestre e sim, via normal de circulação do ciclista.

“Ficou pior a travessia, ficou pior a movimentação das pessoas. Além disso, a faixa de pedestres ficou a uns 50 metros de distância do local habitual, que as pessoas atravessavam antes dela existir e do ponto de ônibus”, explica Gleidson.

A ineficiência da sinalização relatada pelo morador é vivenciada no seu dia a dia, quando ele acessa o local para ir e vir do trabalho. Gleidson sugere, no entanto, que seja instalado semáforo e ainda, que a sinalização possa ser readequada.

“Eu não acho que a faixa esteja num local errado, mas acho que sem um redutor de velocidade ou semáforo, não adianta nada ter a faixa onde está, sendo que as pessoas tem que andar mais ainda para passar na faixa e ela ainda não tem acessibilidade nenhuma”, conclui.

O que diz a Prefeitura da Serra

A reportagem do Site da Serra entrou em contato com a Prefeitura da Serra, responsável pelo trânsito da cidade. Após o contato, foi enviada equipe técnica ao local para avaliar a situação.

Em resposta ao morador, a prefeitura afirmou que irá implementar a sinalização e fará estudo para a “implantação de fiscalização eletrônica de velocidade para coibir abusos no local”.

Veja como está o local

 
 
 
 
 
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Créditos (Imagem de capa): Site da Serra

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