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Domingo, 28 de fevereiro de 2021
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Da tragédia ao orgulho: Alinny Rafalsky presenciou o desenvolvimento da Serra

Ainda na infância um deslizamento de pedras em Vitória, fez com que sua família mudasse para o município

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A Serra é um dos maiores e mais importantes municípios do Espírito Santo, com polo industrial forte e de grande expressão no mercado brasileiro, com dimensões geográficas que facilitam a logística comercial.

A grandiosidade da Serra é notada a todo instante, desde as breves passagens de quem a vê apenas por seus bairros adjacentes a BR-101, rodovia que corta o município e liga o norte ao sul do Espírito Santo, como para quem resolve explorar sua imponência cultural e natural.

O Parque da Cidade, por exemplo, tem 115.180 metros quadrados e está localizado entre a Avenida Guarapari, a Rua Anchieta e a Rodovia Norte-sul, na divisa entre os bairros Parque Residencial Laranjeiras e Valparaíso. O local encanta a todos os moradores e turistas há apenas doze anos e é o maior parque urbano capixaba.

O crescimento da Serra foi e é apreciado, bem de pertinho por Alinny Rafalsky, 43 anos, mãe de dois filhos, moradora de Jacaraípe e que há 36 anos acompanha o desenvolvimento do município.

Aos oito anos Alinny, que morava em Tabuazeiro, em Vitória, se mudou com os pais para a Serra. Por lá, na década de 1985, uma tragédia marcou a vida de muitas famílias que sobreviveram a um deslizamento de pedras no Morro do Macaco. Para os sobreviventes, a alternativa foi mudar para o município vizinho, seja por conta própria ou por iniciativa da iniciativa pública.

A moradora de Jacaraípe e sua família viram, após a tragédia, uma forma de recomeçar na Serra. “Minha família então tinha um conhecido que queria vender a casa dele em Serra Dourada II e a minha família achou melhor mudarmos. Morei por 30 anos nesse bairro e em janeiro de 2015 vim para Jacaraípe e aqui estou há seis anos, tenho 36 anos de Serra”, relembrou.

Além dos bairros que morou, Alinny conhece também muitas outras localidades do município e acompanhou de perto as mudanças que a cidade tomou ao longo desse tempo, como a do Polo Industrial Civit I, que hoje já tem o II, dada sua expansão. No primeiro, inclusive, ela trabalha como analista de licitação, numa empresa de materiais médicos hospitalares, que transferiu sua sede e o complexo logístico do Rio de Janeiro para a Serra.

“O crescimento nesses 36 anos de Serra foi incrivelmente absurdo, vários condomínios, supermercados, hipermercados, bairros como Laranjeiras se tornando um grande polo comercial, infraestrutura, faculdades, shoppings, empresas de outros municípios e até de outros estados mudaram a sua sede para cá. Creio que nos últimos anos o município de Serra foi um dos que mais cresceu e evoluiu”, afirma.

O orgulho de morar na Serra é visível aos olhos de quem conhece Alinny e a vê admirando e divulgando a cidade, especialmente as praias, que são cinco: Bicanga, Carapebus, Jacaraípe, Manguinhos e Nova Almeida. “Eu gosto das praias, da comida, da cultura e hospitalidade do povo serrano, da infraestrutura que temos. Sinto orgulho das praias e da cultura, e principalmente do crescimento que a Serra teve nos últimos 10 anos”, destaca.

Da tragédia ao orgulho, Alinny Rafalsky afirma gostar muito da Serra, mas não deixa de refletir sobre as prioridades que almeja para a cidade neste ano de 2021, especialmente por conta da pandemia que mudou o curso do mundo desde o ano passado, e para o futuro.

“Espero maior investimento na saúde, educação, e conservação do patrimônio público, igualmente social, geração emprego e o principal: a vacinação contra o Covid-19. É isso! Amo a Serra, a cidade que escolhi para morar e amar”, finaliza muito orgulhosa.

 

 

Créditos (Imagem de capa): Acervo pessoal

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